Por Roberta Emanuela
Está comprovado que poucas pessoas conseguem viver neste mundo sozinhas. Há algo mágico que liga os seres humanos, antes mesmo de seu nascimento.
Um bebê é um bom exemplo disso. Antes de ele nascer, é esperado com muita expectativa pelos pais, familiares, amigos, padrinhos e pessoas de suas relações. Após o nascimento, é só comemoração. Toda aquela ansiedade pela chegada se transforma num sentimento gostoso e inexplicável. É a criatura mais doce, o calor mais terno, aquele ser tão pequenino e indefeso esperando um afago.
Muitas pessoas são agraciadas por Deus com um filho ou, até mesmo, vários. Portanto, somente estas sentem com toda intensidade o que representa esse presente em suas vidas.
Basta olhar para aquele rosto singelo, aquele corpo tão frágil e perceber o quanto ele precisa de amor, carinho, atenção e desvelo.
É tão grande a emoção de ver uma criança crescendo, se desenvolvendo, aprendendo a conhecer o mundo e as pessoas! Ela vê a vida de um modo brando, não entende os imensos problemas e desigualdades que existem onde vive. Ela só quer ser feliz e ver os outros felizes, também.
Não há quem seja mais sincero que uma criança: ela ri, chora, brinca, quer conhecer a tudo e a todos e se arrisca sem medo das conseqüências.
Se cada adulto tivesse a espontaneidade e a alegria de uma criança, esse mundo estaria mais cheio de esperança.
O brilho nos olhos, o sorriso nos lábios... Tudo seria mais fácil, mais colorido e constante.
Nossa vida deveria ser sempre assim: repleta de sonhos, aventuras e perspectivas. Assim, seríamos pessoas mais contentes, menos doentes e mais cheias de vida. Teríamos continuamente fé em nossos desejos e força para persegui-los; nossa curiosidade seria algo nato e estimulado, que nos impulsionaria a descobrir mais e mais, sem esmorecer nos caminhos das descobertas. E como diz a música, o melhor é “Viver e não ter vergonha de ser feliz”...
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