Por Roberta Emanuela
Os últimos acontecimentos ocorridos mediante a segurança brasileira ou a falta dela, têm causado revolta nacional, principalmente, por ser visível que a crise está se alastrando e não são encontrados meios de contornar a situação. Prova disso, são os constantes ataques direcionados à polícia e pessoas envolvidas com o controle da segurança no país, bem como o abuso de poder e chantagem utilizados no recente seqüestro do repórter Portanova e do assistente técnico Alexandre Calado, ambos, funcionários da Rede Globo.
A população, em geral, está indignada e assustada com todas as manifestações que estão ocorrendo. São crimes, mortes, seqüestros; um verdadeiro coquetel de armadilhas feitas pelos participantes do PCC às autoridades, policiais e imprensa. Eles pedem melhores condições nas cadeias espalhadas pelo Brasil, bem como atenção ao estado desumano em que se encontram dentro das prisões. No entanto, eles estão enclausurados nestes locais horrendos exatamente pelo perigo que apresentam à sociedade e, especialmente, pela sua falta de sociabilidade e a inacreditável, lastimável violência que praticam.
Os policiais não encontraram, até o presente momento, uma maneira acertada de conter essa situação tão difícil. A força dos bandidos parece superar a dos encarregados pela segurança, o que nos transmite explicitamente a debilidade deste setor no Brasil. Ninguém mais está seguro. As portas das cadeias estão escancaradas e os bandidos agem livremente por aí. Exibem-se inúmeros direitos para estes “injustiçados”, mas a justiça não se apresenta a favor das pessoas sem máculas. O povo quer atitudes, mas, na falta delas se questiona se realmente existe segurança no Brasil. A resposta parte da crença de cada um, porém é fácil de elaborar frente a todos os acontecimentos e a situação desprovida em que nos encontramos.
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