quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Penso e sinto, logo existo


Por Roberta Emanuela

Com o tempo descobrimos que as pessoas que nos cercam jamais serão iguais a nós...

Não podemos moldar ninguém... não podemos querer que as pessoas pensem como nós, nem ajam da mesma forma que nós.

Somos únicos. Somos pontos distintos, estrelas iluminando o universo.

Tudo podemos, enquanto acreditamos nisso.

Ninguém tem o direito de exigir que sejamos iguais a alguém, por isso, também devemos respeitar as particularidades de cada um.

Imagine se ninguém fosse diferente... Que graça teria conversar, trocar idéias, partilhar momentos...

Nós nos completamos mutuamente à medida que aprendemos juntos e construímos nossa história com a ajuda de outras pessoas.

Não podemos viver isolados neste mundo, tampouco acreditar que isso é possível.

Somos estrelas sim, mas precisamos das demais para formar constelações...

É extremamente estranho pensar uma noite sem as estrelas brilhando. Elas estão sempre lá, adornando o céu de nossas vidas, nossas noites.

Curioso é entender como podem haver no mundo tantas pessoas e tão diferentes maneiras de ser: personalidades, princípios, idéias, enfim, tudo é deslumbrante e misterioso aos nossos sentidos.

Se cada um soubesse o seu valor enquanto pessoa, criatura divina que pensa, sente e cresce a cada momento, não haveriam tantas pessoas em desespero por não entenderem o que se passa em suas vidas.

As mudanças não param de ocorrer por um instante sequer e nós, seres que evoluímos nesse espaço constantemente, temos que aprender a sentir nossas vidas no aspecto mais belo que elas têm: nossa existência e nossa capacidade de progredir, realizar conquistas e sermos felizes a partir de pequenas coisas.

O importante é entender que todos temos imperfeições e que nossas vidas não deixam de ser importantes por causa disso.


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