Por Roberta Emanuela
Quantos foram os impulsos que não seguimos, quantos desafios deixamos de enfrentar, quantos medos não nos permitimos superar?
Muitas vezes, vemos a nossa vida passar diante dos nossos olhos e nos comportamos como meros espectadores, assistindo aos espetáculos que ela nos dá. Com certeza, é uma posição fácil, menos tensa; porém, vazia. Falta emoção, falta aquele frio na barriga, falta o risco e a dúvida, aquele desejo de fazer diferente, aquela vontade de mudar tudo: pegar a borracha, apagar o que está errado e recomeçar.
O que adianta passar por esta vida sem o mínimo de emoção?
Sentir as coisas, sejam elas boas ou ruins, nos traz diferentes percepções e nos torna pessoas ímpares.
Ser autêntico é algo que poucos conseguem, pois a sociedade impõe muitos parâmetros para determinar se alguém é bom ou mau aos olhos de todos e, por isso, muitas pessoas acabam perdendo o seu próprio modo de ser, se tornando coadjuvantes em suas vidas, passando a imitar aqueles que consideram os protagonistas.
Sustentar uma idéia, uma opinião ou um desejo é algo muito valioso. Se você apenas faz o que todo mundo pode, não está acontecendo nada de extraordinário e você estará repetindo o comportamento e as atitudes de terceiros. Somente porque algo é bom para alguém, não quer dizer que vai trazer o mesmo resultado a você.
Portanto, é preciso persistir firme em suas crenças, suas idéias e não perder seu estilo, seu diferencial.
Se os seus pensamentos forem um obstáculo aos seus propósitos, eles serão elementos contrários ao seu sucesso.
Arrisque. Lembre-se do dito popular: “é melhor arrepender-se por algo que você fez do que pelo que você deixou de fazer”.
Se você não der certos passos na vida, não terá como descobrir o seu melhor caminho: você pode até se desviar dos seus objetivos, mas há algum motivo para você trilhá-los.
Enfim, viva a vida de modo que possa sentir seu coração pulsar intensamente por cada conquista, pois ela será toda sua.
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